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O que é o NAU

José Guilherme Cantor Magnani

O NAU, Núcleo de Antropologia Urbana, formado em 1988 no Departamento de Antropologia da FFLCH/USP, é um grupo de pesquisa e de discussões teórico-metodológicas sobre a dinâmica da cidade, as formas de sociabilidade que propicia e as instituições e equipamentos urbanos, próprios das sociedades contemporâneas, que abriga. O Núcleo integra pesquisadores nos níveis de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado, cujos projetos se distribuem em quatro linhas temáticas: Práticas culturais e sociabilidade no contexto urbano, Formas de religiosidade, Métodos em Antropologia Urbana e Antropologia das sociedades complexas. Além de estudos localizados na cidade de São Paulo, há trabalhos que foram ou estão sendo desenvolvidos em outras cidades e centros urbanos brasileiros, alguns por iniciativa de seus pesquisadores associados. O Núcleo, cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq e certificado pela USP, realiza encontros regulares com seus pesquisadores e também promove seminários e intercâmbio com outras universidades e centros de pesquisa e os divulga por meio de sua publicação online semestral, a revista Ponto Urbe.

Inicialmente, o NAU era composto apenas pelos meus orientandos de pós graduação, com o propósito de compartilhar experiências por meio de apresentação de resultados parciais do trabalho de campo, troca de bibliografia, preparação de papers, discussão de projetos e relatórios. O interesse que os temas de Antropologia Urbana vinham despertando, inclusive entre alunos de graduação, fez com que o Núcleo abrisse espaço para estudantes de Iniciação Cientifica, ao mesmo tempo que mantinha contato com seus pós-graduados, já como pesquisadores e professores em diferentes instituições universitárias do país. A experiência de colocar em contato estudantes com objetos de estudo variados e, principalmente, em diferentes etapas de pesquisa, revelou-se sumamente enriquecedora por estabelecer um sistema de trocas capaz de minimizar o caráter muitas vezes demasiadamente individualizado e unidirecional da relação orientador-aluno.

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Gustavo T. Santos